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Residência Paulo Reis

Agosto  /  2026

 
 
Projeto Fidalga e Appleton têm o prazer de apresentar através do intercâmbio "Criação Artística" a Susana Mendes Silva.
 

 

Susana Mendes Silva (Lisboa, Setembro de 1972)

 

É artista plástica, performer, professora auxiliar na Universidade de Évora,  e presidente do Conselho Consultivo da AAVP - Associação de Artistas Visuais em Portugal.

A sua prática artística desenvolve-se em torno do desenho, instalação, performance, pesquisa, prática arquivística e, acima de tudo, em encontros — com o público, com o espaço, com a história e com os seus pares. Isso leva à criação de obras cujas referências se tornam visíveis como exposições, objectos ou acções que transmitem mensagens poéticas e políticas.

Dos seus projectos mais recentes destacam-se a apresentação da instalação Rectangle Disorder na exposição colectiva Auto dos Anfitriões — Obras da Coleção da Fundação Leal Rios na Coleção de Serralves, com curadoria de Ricardo Nicolau no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto; a performance Mulheres ao Mar nas piscinas municipais do Mindelo no âmbito do programa Microcidades (Vila do Conde); a performance duracional Untitled [Get Back], em colaboração com Jari Marjamäki, para a exposição Diante do Tempo organizada pela Appleton Associação Cultural no MACE (Elvas); a instalação Como silenciar uma poeta? para a exposição Como Falar do Trauma? Uma ditadura ainda presente nas artistas ibéricas, na Galeria Quadrum (Lisboa) e o projecto Amigas Unidas desenvolvido para a exposição Serviço de Apoio Ambulatório Local, apresentado enquanto instalação na Ermida de S. Roque (Tavira) e num convívio-homenagem, no dia da inauguração, na Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas - Bairro Saal.

	Susana Mendes Silva

	foto: Vitorino Coragem

Susana Mendes Silva

foto: Vitorino Coragem

	Rectangle Disorder, 2014-26

	Instalação

	Cabelo humano sintético e pregos

	Dimensões variáveis

	 

	Rectangle Disorder é uma instalação que foi mostrada pela primeira vez ocupando toda a sala principal de exposições da Fundação Leal Rios. Esta é uma iteração da obra Square Disorder, apresentada em 2008 na Appleton Square, que pertence à Colecção Leal Rios Rios.

	 

	Em 2014, Susana Mendes Silva e Miguel Pereira apresentaram três performances, com sonoplastia de Jari Marjamäki, que foram concebidas a partir desta obra e especialmente desenvolvidas para o espaço da Fundação Leal Rios.

	 

	trailer do filme:

	https://youtu.be/uwdjAG-h9E?si=leEECMoB0JZmLEVp

Rectangle Disorder, 2014-26

Instalação

Cabelo humano sintético e pregos

Dimensões variáveis

 

Rectangle Disorder é uma instalação que foi mostrada pela primeira vez ocupando toda a sala principal de exposições da Fundação Leal Rios. Esta é uma iteração da obra Square Disorder, apresentada em 2008 na Appleton Square, que pertence à Colecção Leal Rios Rios.

 

Em 2014, Susana Mendes Silva e Miguel Pereira apresentaram três performances, com sonoplastia de Jari Marjamäki, que foram concebidas a partir desta obra e especialmente desenvolvidas para o espaço da Fundação Leal Rios.

 

trailer do filme:

https://youtu.be/uwdjAG-h9E?si=leEECMoB0JZmLEVp

	Amigas Unidas, 2025

	Instalação

	Retro-projecção, lápis sobre parede, som, e tijolos

	Dimensões variáveis/ e Lanche-convívio na Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas

	 

	No âmbito da exposição Serviço de Apoio Ambulatório Local com curadoria de Hugo Dinis

	Ermida de S. Roque, Tavira e Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas, Cabanas de Tavira, Portugal

	 

	Para construir este projecto, Susana Mendes Silva, tal como refere o curador Hugo Dinis "estabeleceu contacto com a Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas, homenageando as histórias e a importância das mulheres e crianças que participaram activamente na construção do bairro – como tão poeticamente cantou José Afonso, no tema Índios da Meia-Praia, do álbum Com as minhas tamanquinhas (1976): Eram mulheres e crianças, cada um com o seu tijolo. Na proximidade da obra, torna-se mais audível o chilrear idílico dos pardais, elemento que convoca a memória da edificação de um lugar sonhado e utópico. A obra completa-se com um retroprojetor que lança imagens sobre a parede da ermida e sobre os próprios tijolos. As fotografias, provenientes do Arquivo SAAL/Algarve (José Veloso), hoje integrado no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, foram recolhidas pelo arquiteto João Moitinho durante a construção dos bairros 1.º de Maio e Amigos Unidos de Cabanas – ambos por si desenhados e acompanhados no terreno. Estas imagens revelam o esforço e a dedicação das mulheres que construíram, com as suas próprias mãos, as casas onde procuraram dar melhores condições de vida às suas famílias — um gesto de emancipação social e afirmação cívica, feito em nome dos filhos, mas também por si próprias, enquanto protagonistas de um processo coletivo. Foi com algumas destas mulheres que a artista se encontrou, escutando-lhes as histórias em primeira mão. Em resposta à generosidade desses testemunhos, Susana Mendes Silva escreveu à mão, numa parede da ermida, os nomes de todas as mulheres do bairro de Cabanas de Tavira. Esses nomes tornam-se visíveis apenas quando a sombra dos visitantes, iluminados pelo projetor, os revela. Dessa forma, é através da presença e do corpo de quem visita que se torna possível homenagear: Adelaide, Aida Tenil, Aurélia, Brites, Carla Tenil, Carminha da Zézinha, Celeste, Celeste Silva, Cristina Mestre, Deolinda do Zé Pitó, Deolinda Mestre, Dina Afonso, Dulce Favinha, Eleutéria, Esmeralda Santos, Fátinha, Fátima Fernandes, Fernanda, Filomena Fernandes, Guida Tenil, Idalina Besuga, Ivone da Conceição, Laurinha, Leonete, Lídia, Lígia Mestre, Liliana, Lina Santos, Luísa Maié, Manelita Calhau, Manelita da Otelinda, Maria Angelina, Maria Leonor, Maria Sémias, Maria Teresa, Nita Besuga, Nélinha, Odília, Otelinda, Paula Maié, Teresa Leonor, Tia Carminha, Vitorina e Zézinha.

	(...) Por volta das 19 horas do mesmo dia, Susana Mendes Silva e a Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas organizaram um convívio na sede da associação, em Cabanas. Em clima festivo, este encontro reuniu intervenientes e convidados, durante o qual a artista emocionou os presentes ao dirigir algumas palavras às mulheres

	participantes. O dia terminou com um misto de otimismo: preferiu-se recordar a primeira versão da letra de Tanto Mar (1975), de Chico Buarque – “Sei que estás em festa, pá” – sem, contudo, perder a esperança contida na segunda versão, reescrita em 1978 – “Foi bonita a festa, pá”. Como canta Sérgio Godinho na música Organização Popular (1976), do álbum De pequenino se torce o pepino: “Eram várias vezes um milhão / Vários milhões de trabalhadores / A fazer das tripas coração / E a sonhar com dias melhores.”

Amigas Unidas, 2025

Instalação

Retro-projecção, lápis sobre parede, som, e tijolos

Dimensões variáveis/ e Lanche-convívio na Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas

 

No âmbito da exposição Serviço de Apoio Ambulatório Local com curadoria de Hugo Dinis

Ermida de S. Roque, Tavira e Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas, Cabanas de Tavira, Portugal

 

Para construir este projecto, Susana Mendes Silva, tal como refere o curador Hugo Dinis "estabeleceu contacto com a Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas, homenageando as histórias e a importância das mulheres e crianças que participaram activamente na construção do bairro – como tão poeticamente cantou José Afonso, no tema Índios da Meia-Praia, do álbum Com as minhas tamanquinhas (1976): Eram mulheres e crianças, cada um com o seu tijolo. Na proximidade da obra, torna-se mais audível o chilrear idílico dos pardais, elemento que convoca a memória da edificação de um lugar sonhado e utópico. A obra completa-se com um retroprojetor que lança imagens sobre a parede da ermida e sobre os próprios tijolos. As fotografias, provenientes do Arquivo SAAL/Algarve (José Veloso), hoje integrado no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, foram recolhidas pelo arquiteto João Moitinho durante a construção dos bairros 1.º de Maio e Amigos Unidos de Cabanas – ambos por si desenhados e acompanhados no terreno. Estas imagens revelam o esforço e a dedicação das mulheres que construíram, com as suas próprias mãos, as casas onde procuraram dar melhores condições de vida às suas famílias — um gesto de emancipação social e afirmação cívica, feito em nome dos filhos, mas também por si próprias, enquanto protagonistas de um processo coletivo. Foi com algumas destas mulheres que a artista se encontrou, escutando-lhes as histórias em primeira mão. Em resposta à generosidade desses testemunhos, Susana Mendes Silva escreveu à mão, numa parede da ermida, os nomes de todas as mulheres do bairro de Cabanas de Tavira. Esses nomes tornam-se visíveis apenas quando a sombra dos visitantes, iluminados pelo projetor, os revela. Dessa forma, é através da presença e do corpo de quem visita que se torna possível homenagear: Adelaide, Aida Tenil, Aurélia, Brites, Carla Tenil, Carminha da Zézinha, Celeste, Celeste Silva, Cristina Mestre, Deolinda do Zé Pitó, Deolinda Mestre, Dina Afonso, Dulce Favinha, Eleutéria, Esmeralda Santos, Fátinha, Fátima Fernandes, Fernanda, Filomena Fernandes, Guida Tenil, Idalina Besuga, Ivone da Conceição, Laurinha, Leonete, Lídia, Lígia Mestre, Liliana, Lina Santos, Luísa Maié, Manelita Calhau, Manelita da Otelinda, Maria Angelina, Maria Leonor, Maria Sémias, Maria Teresa, Nita Besuga, Nélinha, Odília, Otelinda, Paula Maié, Teresa Leonor, Tia Carminha, Vitorina e Zézinha.

(...) Por volta das 19 horas do mesmo dia, Susana Mendes Silva e a Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas organizaram um convívio na sede da associação, em Cabanas. Em clima festivo, este encontro reuniu intervenientes e convidados, durante o qual a artista emocionou os presentes ao dirigir algumas palavras às mulheres

participantes. O dia terminou com um misto de otimismo: preferiu-se recordar a primeira versão da letra de Tanto Mar (1975), de Chico Buarque – “Sei que estás em festa, pá” – sem, contudo, perder a esperança contida na segunda versão, reescrita em 1978 – “Foi bonita a festa, pá”. Como canta Sérgio Godinho na música Organização Popular (1976), do álbum De pequenino se torce o pepino: “Eram várias vezes um milhão / Vários milhões de trabalhadores / A fazer das tripas coração / E a sonhar com dias melhores.”

	Mulheres ao mar, 2025

	Performance

	60’

	Criação e interpretação: Susana Mendes Silva

	Sonoplastia e música: Jari Marjamäki

	Curadoria de Joclécio Azevedo

	 

	Apresentada no dia 31 de Maio de 2025 nas Piscinas Municipais do Mindelo

	Programa Microcidades, Festival Circular, Vila do Conde, Portugal

	Imagem de Renato Cruz Santos

	 

	"Mulheres ao mar" evoca as intrépidas mulheres marítimas de Vila Chã do final do século XIX, XX e início do XXI. Foram pescadeiras em companhas mistas ou femininas, foram arrais liderando as embarcações, foram proprietárias de barcos. Um caso verdadeiramente excepcional e apaixonante.Mas na História, na investigação, nos arquivos, na toponímia, nas homenagens públicas continuam quase invisíveis.

	Para este projecto, a artista realizou um trabalho de investigação a partir de documentação escrita, visual e cinematográfica que irá ser apresentado enquanto performance na piscina do Mindelo.

Mulheres ao mar, 2025

Performance

60’

Criação e interpretação: Susana Mendes Silva

Sonoplastia e música: Jari Marjamäki

Curadoria de Joclécio Azevedo

 

Apresentada no dia 31 de Maio de 2025 nas Piscinas Municipais do Mindelo

Programa Microcidades, Festival Circular, Vila do Conde, Portugal

Imagem de Renato Cruz Santos

 

"Mulheres ao mar" evoca as intrépidas mulheres marítimas de Vila Chã do final do século XIX, XX e início do XXI. Foram pescadeiras em companhas mistas ou femininas, foram arrais liderando as embarcações, foram proprietárias de barcos. Um caso verdadeiramente excepcional e apaixonante.Mas na História, na investigação, nos arquivos, na toponímia, nas homenagens públicas continuam quase invisíveis.

Para este projecto, a artista realizou um trabalho de investigação a partir de documentação escrita, visual e cinematográfica que irá ser apresentado enquanto performance na piscina do Mindelo.

	Susana Mendes Silva

	foto: Vitorino Coragem
	Rectangle Disorder, 2014-26

	Instalação

	Cabelo humano sintético e pregos

	Dimensões variáveis

	 

	Rectangle Disorder é uma instalação que foi mostrada pela primeira vez ocupando toda a sala principal de exposições da Fundação Leal Rios. Esta é uma iteração da obra Square Disorder, apresentada em 2008 na Appleton Square, que pertence à Colecção Leal Rios Rios.

	 

	Em 2014, Susana Mendes Silva e Miguel Pereira apresentaram três performances, com sonoplastia de Jari Marjamäki, que foram concebidas a partir desta obra e especialmente desenvolvidas para o espaço da Fundação Leal Rios.

	 

	trailer do filme:

	https://youtu.be/uwdjAG-h9E?si=leEECMoB0JZmLEVp
	Amigas Unidas, 2025

	Instalação

	Retro-projecção, lápis sobre parede, som, e tijolos

	Dimensões variáveis/ e Lanche-convívio na Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas

	 

	No âmbito da exposição Serviço de Apoio Ambulatório Local com curadoria de Hugo Dinis

	Ermida de S. Roque, Tavira e Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas, Cabanas de Tavira, Portugal

	 

	Para construir este projecto, Susana Mendes Silva, tal como refere o curador Hugo Dinis "estabeleceu contacto com a Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas, homenageando as histórias e a importância das mulheres e crianças que participaram activamente na construção do bairro – como tão poeticamente cantou José Afonso, no tema Índios da Meia-Praia, do álbum Com as minhas tamanquinhas (1976): Eram mulheres e crianças, cada um com o seu tijolo. Na proximidade da obra, torna-se mais audível o chilrear idílico dos pardais, elemento que convoca a memória da edificação de um lugar sonhado e utópico. A obra completa-se com um retroprojetor que lança imagens sobre a parede da ermida e sobre os próprios tijolos. As fotografias, provenientes do Arquivo SAAL/Algarve (José Veloso), hoje integrado no Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, foram recolhidas pelo arquiteto João Moitinho durante a construção dos bairros 1.º de Maio e Amigos Unidos de Cabanas – ambos por si desenhados e acompanhados no terreno. Estas imagens revelam o esforço e a dedicação das mulheres que construíram, com as suas próprias mãos, as casas onde procuraram dar melhores condições de vida às suas famílias — um gesto de emancipação social e afirmação cívica, feito em nome dos filhos, mas também por si próprias, enquanto protagonistas de um processo coletivo. Foi com algumas destas mulheres que a artista se encontrou, escutando-lhes as histórias em primeira mão. Em resposta à generosidade desses testemunhos, Susana Mendes Silva escreveu à mão, numa parede da ermida, os nomes de todas as mulheres do bairro de Cabanas de Tavira. Esses nomes tornam-se visíveis apenas quando a sombra dos visitantes, iluminados pelo projetor, os revela. Dessa forma, é através da presença e do corpo de quem visita que se torna possível homenagear: Adelaide, Aida Tenil, Aurélia, Brites, Carla Tenil, Carminha da Zézinha, Celeste, Celeste Silva, Cristina Mestre, Deolinda do Zé Pitó, Deolinda Mestre, Dina Afonso, Dulce Favinha, Eleutéria, Esmeralda Santos, Fátinha, Fátima Fernandes, Fernanda, Filomena Fernandes, Guida Tenil, Idalina Besuga, Ivone da Conceição, Laurinha, Leonete, Lídia, Lígia Mestre, Liliana, Lina Santos, Luísa Maié, Manelita Calhau, Manelita da Otelinda, Maria Angelina, Maria Leonor, Maria Sémias, Maria Teresa, Nita Besuga, Nélinha, Odília, Otelinda, Paula Maié, Teresa Leonor, Tia Carminha, Vitorina e Zézinha.

	(...) Por volta das 19 horas do mesmo dia, Susana Mendes Silva e a Associação de Moradores Amigos Unidos de Cabanas organizaram um convívio na sede da associação, em Cabanas. Em clima festivo, este encontro reuniu intervenientes e convidados, durante o qual a artista emocionou os presentes ao dirigir algumas palavras às mulheres

	participantes. O dia terminou com um misto de otimismo: preferiu-se recordar a primeira versão da letra de Tanto Mar (1975), de Chico Buarque – “Sei que estás em festa, pá” – sem, contudo, perder a esperança contida na segunda versão, reescrita em 1978 – “Foi bonita a festa, pá”. Como canta Sérgio Godinho na música Organização Popular (1976), do álbum De pequenino se torce o pepino: “Eram várias vezes um milhão / Vários milhões de trabalhadores / A fazer das tripas coração / E a sonhar com dias melhores.”
	Mulheres ao mar, 2025

	Performance

	60’

	Criação e interpretação: Susana Mendes Silva

	Sonoplastia e música: Jari Marjamäki

	Curadoria de Joclécio Azevedo

	 

	Apresentada no dia 31 de Maio de 2025 nas Piscinas Municipais do Mindelo

	Programa Microcidades, Festival Circular, Vila do Conde, Portugal

	Imagem de Renato Cruz Santos

	 

	"Mulheres ao mar" evoca as intrépidas mulheres marítimas de Vila Chã do final do século XIX, XX e início do XXI. Foram pescadeiras em companhas mistas ou femininas, foram arrais liderando as embarcações, foram proprietárias de barcos. Um caso verdadeiramente excepcional e apaixonante.Mas na História, na investigação, nos arquivos, na toponímia, nas homenagens públicas continuam quase invisíveis.

	Para este projecto, a artista realizou um trabalho de investigação a partir de documentação escrita, visual e cinematográfica que irá ser apresentado enquanto performance na piscina do Mindelo.
Ateliê Fidalga - São Paulo, SP
+55 (11) 3813-4249 - ateliefidalga@gmail.com